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Notícias

30.11.2009

Sousas registra caso de leishmaniose em cachorro

Um caso de leishmaniose visceral canina foi confirmado em um cão que vivia no Condomínio Ermitage, em Sousas, na semana passada. Trata-se do primeiro caso autóctone (contraído no município) registrado em cão.

O animal foi sacrificado. Outros dois casos importados já haviam sido confirmados este ano em Campinas. Técnicos da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) e Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) reuniram-se com os moradores do condomínio para informar sobre as ações que serão tomadas, situação da doença e importância da mobilização da população.Um comunicado oficial, com material educativo, foi enviado aos moradores informando sobre o caso no condomínio. Os agentes vão esclarecer e orientar os moradores sobre a evolução da doença, o tipo de tratamento e como diagnosticar logo no início. Como existem outros cães no condomínio, será feita a coleta de sangue dos animais para verificar se existem mais casos.

O animal apresentou os sintomas há cerca de 40 dias e foi sacrificado. A eutanásia é indicada porque não há cura para os cães, que se tornam reservatório do parasita causador da doença. A transmissão aos humanos se dá quando a mosca pica um cão infectado e depois o homem. A leishmaniose tem tratamento em humanos, mas pode ficar incubada até por anos e surgir se a pessoa tiver uma queda da imunidade. De maneira geral, fica incubada por quatro a seis semanas. Os sintomas iniciais são inespecíficos. Começam com febre e mal-estar e podem evoluir para comprometimento de órgãos como baço e fígado.

A investigação tem o objetivo de esclarecer de que forma o cão contraiu a doença, e inclui a identificação do vetor — uma mosca da espécie Lutzomyia, popularmente conhecida como mosquito-palha. Existem dois tipos de leishmaniose, a Tegumentar, que atinge a pele e acarreta menos riscos; e a Visceral, considerada um grave problema de saúde pública, e é doença de notificação compulsória.

Comentários

1

nicaPostado em 30/11/2009 - 23:26

Estamos todos preocupados com o ocorrido; mas não podemos deixar que esse fato, seja trampolim para a diretoria do Condomínio e alguns novos moradores aproveitarem para defenderem o interesse de poucos, em Assémbleia Extraordinária para modificação do Estatuto Social . Com o ítem a ser votado, referente aos animais domésticos criados fora dos limites da propriedade . Sobrou para as galinhas...que mesmo antes dessa Diretoria e novos moradores; colaboraram no equilíbrio de animais peçonhentos, indicadas como solução pela CCZ que tanto atingiram os primeiros moradores, e hoje se integram ao nosso dia a dia, fazendo desse Condomínio um lugar especial, pelo seu aspecto natural e equilibrado.
Vale lembrar, que mesmo no caso da LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA, nossa parceira "GALINHAS", podem continuar colaborando, pois os mosquitos dão preferências em picá-las, e INCRIVELMENTE, elas nao adoecem e também não transmitem....QUE MARAVILHA !
Vale a pena pesquisar !, tem gente muito boa na UNICAMP, que podem ajudar a esclarecer, e quem sabe, convencer os incomodados moradores, que ainda pode ser chic, escutar o canto de um galo, ou ver nascer alguns pares de pintinhos.... é a Natureza, cuidando de tudo .

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