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Por: Patrícia Cholakov, às 17:30h
DUHJM Publicidade e Comunicações
As discussões acerca dos Planos Locais de Gestão Urbana que estão sendo idealizados para as macrozonas de Campinas têm gerado polêmica.
O atual Plano Diretor de Campinas, instituído em dezembro de 2006, consiste em uma revisão do plano anterior, de 1996.
Por lei, o plano deve ser revisto no mínimo uma vez a cada dez anos.
As novas diretrizes do Plano Diretor da cidade estavam prometidas para o fim de 2010, porém, durante a cerimônia cívica realizada no centro da cidade na tarde de ontem, 7 de setembro, o Prefeito Hélio de Oliveira Santos alegou que deverá propor um projeto de lei que permita a prorrogação do prazo de entrega para as macrozonas 1, 3 e 4, que correspondem, respectivamente, a Sousas e Joaquim Egídio, Barão Geraldo e centro. Após aprovada a lei, o prefeito garantiu publicar o novo prazo no Diário Oficial. A justificativa de Dr. Hélio é a complexidade das regiões.
Devido a essa complexidade, a Prefeitura firmou um contrato com a Unicamp, que deverá realizar estudos para a alteração do zoneamento das macrozonas 3 e 4 (Barão Geraldo e centro). O convênio com a Prefeitura de Campinas está em fase de formalização na Secretaria Municipal de Administração e vai custar R$ 1,2 milhão para os dois levantamentos.
A macrozona 1, que compreende os distritos de Sousas e Joaquim Egídio é considerada Área de Proteção Ambiental (APA) e corresponde a cerca de 27% da área do município.Constitui-se em sua maior parte de área rural e possui baixa densidade de população. (Dados: Agência Anhanguera) Foto: Cedoc/RAC
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