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Por Érika Marinho, às 11:15
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De acordo professora Ana Rita Moraes Nardi, Supervisora do Hospital Veterinário da Faculdade Anhanguera de Campinas,

localizado na área rural do Distrito de Sousas os cães são mais acometidos por carrapatos, sendo o principal deles o Rhipicephalus sanguineus ou carrapato marrom do cão.Ela explica que o tratamento do cão deve ser a base de carrapaticidas de efeito knock-down, em forma de spray, shampoo, sabonetes, facilmente encontrados no mercado.
Contudo, a maior parte dos carrapatos, cerca de 95%, estão no ambiente em forma de de ovo, larva, ninfa e o carrapato adulto.Portanto, o tratamento deve ser feito também no ambiente, inclusive nas paredes e frestas. “A fase parasitária (de hematofagia), quando os parasitas se alimentam de sangue do cão, ocorre por um curto período comparada ao tempo que passam no meio ambiente, por exemplo, na casinha, cobertor, tapetes e paredes”, assegura.
Ana Rita ressalta que muitos desses ‘medicamentos’ são venenos, e as crianças têm o hábito de abraçar seu animal, beijar, brincar, o que pode levar a uma intoxicação. “É muito importante a leitura da bula, que informa qual é o princípio ativo, o "veneno" e em caso de intoxicação sempre procurar um médico. Mas de maneira geral são formulações seguras”, conclui.
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